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Girl About Town

“I like my money right where I can see it: hanging in my closet.” — Carrie Bradshaw

Girl About Town

“I like my money right where I can see it: hanging in my closet.” — Carrie Bradshaw

10
Ago17

Livro # 35 | Tudo o que resta

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Sinopse

Tudo o que resta são corpos em avançado grau de decomposição. Resta sempre também, no local do crime, um misterioso valete de copas. Na trama está envolvida igualmente uma mulher publicamente conhecida empenhada numa cruzada contra a droga, e um elemento do FBI que esconde provas para proteger alguém importante. Um caso sinuoso para a inquieta Kay Scarpetta desvendar. Mais um policial da autoria de Patricia Cornwell, escrito com surpreendente rigor e veracidade.

 

Terceiro livro da serie Kay Scarpett e sinto que a coisa esta a ficar melhor, não sendo até agora a minha serie preferida sinto que cada vez vai ficando uma serie mais interessante o que me vai deixando com alguma curiosidade para continuar a ler os livros.

Este foi sem duvida o meu livro preferido de todos que li até agora desta autora.

Parece-me que este é o mais profundo, aquele onde conhecemos mais as personagens, tanto  Kay como Marino.

Eu que não era a maior fa de Marino, depois deste livro fiquei fã neste livro a autora revela-nos um pouco mais da sua personalidade, das suas fraquezas, ficamos a conhecer um pouco mais da sua vida e percebemos que ele na realidade é um bom homem, tem um bom coração, então eu fiquei rendida ao policia e já estou aqui a sonhar com um romance entre ele e Kay.

Um ponto que gostaria de realçar e que percebi agora que ainda não lhe dei grande destaque nos outros posts que fiz sobre os livros desta autora é que eles são já bastante antigos, alguns já tem mais de vinte anos o que eu acho muito interessante pois a autora revela muitos conhecimentos sobre medicina legam numa altura em que a informação não era tão fácil o que me parece que sugere um bom trabalho de pesquisa por parte da autora.

Sem duvida que é uma boa serie para os amantes de policiais médicos.

 

29
Jun17

Livro # 31| Um Homem sem passado

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Sinopse

Fin Macleod está de regresso à ilha que o viu nascer. Deixou a mulher, a vida e a carreira na Polícia de Edimburgo e está determinado a recuperar as suas relações antigas e a restaurar a quinta abandonada dos pais. 

Entretanto, um cadáver não identificado é recuperado de um campo na ilha de Lewis. O corpo, perfeitamente preservado, está marcado por hediondos golpes de esfaqueamento. É inicialmente classificado pelos investigadores como o cadáver de um homem que viveu há dois mil anos. Até encontrarem uma tatuagem de Elvis no seu braço direito. 

Quando os testes de ADN indicam um parentesco entre o cadáver recuperado da turfa e o pai de Marsaili, a paixão de infância de Fin, este vê o seu regresso assumir contornos mais turbulentos do que aquilo que inicialmente esperava. Como Fin acabará por descobrir, é uma mentira que Tormod manteve por uma boa razão.

 

Este é um livro que já esteve na minha prateleira há um bom tempo atrás.

Comecei a ler mas depressa percebi que havia um outro livro antes deste,  "A casa negra" sendo assim nem continuei a  ler, tratei de arranjar " A casa Negra", e só depois de o terminar é que pensei em ler a continuação que é "Um homem sem passado"

Peguei novamente neste livro que sem dúvida é um livro muito bom.

Desta vez aparece um cadáver não identificado numa turfa na Ilha de Lewis e depressa se descobre que este cadáver partilha o mesmo ADN que Tormod, pai de Marsaili, eterna paixão de Fin.

Fin que deixou a sua profissão como detetive e regressou à ilha onde nasceu vai-se envolvendo na investigação de modo a apurar se Tormod teve alguma coisa a ver com a morte do seu familiar.

Ao mesmo tempo vamos acompanhado a degradação mental de Tormod que sofre de demência e que vai contando a  sua historia na primeira pessoa, no meio de todos aqueles pensamentos confusos que lhe vão na cabeça.

Isto para mim foi o que tornou o livro mais interessante, isso em conjunto com as descrições dos espaços e de tudo o que se passa à nossa volta.

Acho que Peter May através das suas descrições consegue nos colocar nas ilhas e naquelas paisagens que eu com tanta vontade fiquei de conhecer.

É um livro muito, muito bom e estou já em pulgas para ler o seguinte e perceber o que acontece pois aquele final deixou tudo em aberto.

 

03
Mar17

Livro # 8 | Quero-te morta

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Sinopse

Quando uma mulher conhece o atraente e charmoso Bryce Laurent através de um site de encontros, a atração é imediata. Contudo, à medida que a ligação entre eles se torna mais intensa, a verdade sobre o passado de Bryce, e o seu lado mais negro, começam a emergir. Tudo o que contou sobre a sua vida revela-se uma teia de mentiras e, aos poucos, a paixão de Red Westwood converte-se em terror.

 

Quando ouvi falar deste livro há uns meses fiquei com vontade de o ler, entretanto só quando me deparei com ele na biblioteca é que me lembrei de o trazer comigo para casa.

É fácil perceber que se trata de um livro sobre violência domestica, sobre a obsessão de um homem por uma mulher.

É um livro bem tenso vamos acompanhado a historia de Red enquanto que Bryce nos vai relatando os seus planos para Red.

À medida que o livro vai avançando vamos percebendo que as coisas vão escalando e que se aproxima o momento em que Bryce vai dar o seu derradeiro golpe.

É engraçado que por um momento parece que fazemos parte da historia e passamos a sentir medo por o que possa acontecer a Red.

É um daqueles livros que nos faz pensar se realmente conhecemos as pessoas.

Muito, muito bom.

27
Jan17

Livro # 3 | Numa floresta muito escura

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Sinopse

Uma mulher solitária recebe um convite inesperado para a despedida de solteira de uma amiga que não via há muito tempo. Relutantemente, ela aceita participar na reunião de amigas, algures numa casa isolada na floresta.

Quarenta e oito horas depois, Nora acorda numa cama do hospital. Está ferida mas não se recorda exatamente do que se passou. Sabe, no entanto, que alguém morreu. O que fiz eu?, pergunta-se ela, consciente de que algo muito grave aconteceu naquela casa na floresta escura, muito escura…

Para conseguir perceber o que se passou, Nora vai ter de desvendar os segredos daquele grupo de mulheres, intuir os verdadeiros motivos por trás da história de cada uma e revisitar o seu próprio passado, que ela preferia manter enterrado.

 

Um crime acontece num fim de semana de uma despedida de solteira, onde apenas estavam meia dúzia de suspeitos, ou seja uma daquelas pessoas foi responsável por um homicídio.

Nora ferida no hospital não se lembra de nada daquela fatídica noite e os depoimentos das outras pessoas presentes na despedida de solteira parecem não fazer grande sentido.

Aos poucos vamos conhecendo mais e mais sobre as personagens e sobre o que se passou naquela noite.

Livro muito, muito bom, li-o em menos de dois dias e teria lido apenas num se não fossem os meus olhos cansados.

É um daqueles livros que não conseguimos parar de ler, cheios de vontade de chegar ao fim e desvendar o mistério.

Recomendo completamente.

 

 

19
Set16

Livro # 29 | Não digas nada

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 Sinopse

Um thriller psicológico intenso e de leitura compulsiva, Não Digas Nada revela como, mesmo numa família perfeita, nada é o que parece.
Tenho andado a segui-la nos últimos dias. Sei onde faz as compras de supermercado, a que lavandaria vai, onde trabalha. Nunca falei com ela. Não lhe reconheceria o tom de voz. Não sei a cor dos olhos dela ou como eles ficam quando está assustada. Mas vou saber.
Filha de um juiz de sucesso e de uma figura do jet set reprimida, Mia Dennett sempre lutou contra a vida privilegiada dos pais, e tem um trabalho simples como professora de artes visuais numa escola secundária.
Certa noite, Mia decide, inadvertidamente, sair com um estranho que acabou de conhecer num bar. À primeira vista, Colin Thatcher parece ser um homem modesto e inofensivo. Mas acompanhá-lo acabará por se tornar o pior erro da vida de Mia.

 

Segundo livro de Mary Kubica que leio e posso dizer que gostei bem mais deste do que "Vidas Roubadas"

Muitos apelidaram "Não digas nada" do novo "Em Parte Incerta" de Gillian Flynn mas apenas alguns pormenores tem em comum.

A historia foca-se em dois tempos, no antes e depois do rapto de Mia, filha de um abastado juiz que sempre reprimiu a filha por está em nada seguir os mandamentos do pai.

Grande parte do livro situa-se na cabana para onde Mia é levada  e na relação que está vai desenvolvendo com o seu raptor.

Trata-se de um livro onde não é apenas esmiuçado o rapto e os traumas da vitima, a vida do raptor é também bastante explorada e bastante humanizada.

Percebemos o que leva o raptor a levar a vida que leva, os traumas de infância que fizeram dele a pessoa que é hoje e que influenciaram a sua vida.

Foi das coisas que mais gostei no livro, foi a humanização do raptor, perceber que ele no fundo não é má pessoa e que ao tentar fazer uma coisa boa acabou se sacrificando a ele próprio.

O final foi para mim inesperado, se contava com determinados acontecimentos, outros, foram uma total surpresa.

Um bom livro sem duvida.

 

05
Set16

Livro # 27 | O cirurgião

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 Sinopse

Catherine Cordell é uma cirurgiã cardíaca, cuja auto-estima não consegue afastar medos e demónios pessoais que a perseguem há algum tempo. Anos atrás, na Geórgia, Catherine foi a única sobrevivente da obsessão de um serial killer cruel e impiedoso. Apenas a certeza de que ele está morto permite que suas noites de sono sejam tranquilas em seu novo lar, na cidade de Boston. Contudo, quando três mulheres aparecem mortas e os métodos usados pelo assassino conferem com o ataque sofrido pela médica no passado, ela parece ser a única pessoa capaz de o  identificar.
 
Descobri recentemente que este livro é o primeiro de uma serie de livros que inspirou a serie Rizzoli & Isles.
Não sou particularmente fã da serie mas adorei o livro.
O livro começa por nos remeter para o recente homicídio de uma jovem cujos métodos muito se assemelham a um antigo assassino em serie que já morreu.
A sua única sobrevivente, Catherine Cordel, foi responsável pela sua morte e vê-se novamente envolvida nestes homicídios.
O livro é muito bom, eu gostei mesmo muito, todo o mistério, a forma como Catherine se mostra  vulnerável mas ao mesmo tempo forte, o detective More sempre tão protector.
Muito, muito bom, agora vou tratar de arranjar os outros livros da serie.
 

 

29
Ago16

Livro # 26 | Vidas Roubadas

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 Sinopse

Numa manhã fustigada pelo mau tempo, Heidi Wood vê numa estação de comboios uma adolescente com um bebé ao colo. A partir desse momento, essa imagem não lhe sai da cabeça.

Quando, dias mais tarde, volta a encontrar a rapariga com a bebé, Heidi decide ajudá-las e leva-as para sua casa. Chris, o marido de Heidi, assim como a filha, Zoe, opõem-se em absoluto à ideia de esta jovem, que diz chamar-se Willow, ficar em sua casa, temendo que ela possa ser uma criminosa. No entanto, Heidi não lhes dá ouvidos e, à medida que o tempo passa, sente que não pode abandonar a rapariga, e acima de tudo a sua bebé, por quem nutre um sentimento maternal fora do comum.

Entretanto, começam a aparecer pistas sobre o passado de Willow que farão com que a história ganhe contornos perturbadores. Que segredos guardará esta rapariga cujo passado esconde a todo o custo?

 

Este foi um daqueles livros que comecei por ler muito entusiasmada e até fui gostando das primeiras páginas mas muito depressa fui perdendo o interesse.

Não simpatizei nada com a personagem principal Heidi Wood nem com a sua "bondade" em acolher uma estranha e a sua bebe.

Parece-me que se trata de uma falsa bondade até porque ela não o faz para ajudar Willow.

Irritou-me profundamente a maneira como ela lida com toda a situação, como coloca a sua vontade à frente de todos os outros membros da sua família, desculpando-se com o discurso que só quer ajudar os outros, quando na realidade o que ela quer não é bem isso.

O desenrolar da historia também nos vai encaminhando para um final que acaba por não ser surpreendente.

Não sendo um mau livro, não me cativou.

 

 

11
Jul16

Livro # 24| Sangue derramado

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Sinopse

É Verão na Suécia, quando brilha o Sol da meia-noite e o longo Inverno foi esquecido. Neste tempo mágico, uma pastora protestante, Mildred, é encontrada morta com sinais de tortura, na cidade de Kiruna. Mildred era uma feminista, uma lutadora tão amada como odiada. É evidente que nem todos aceitam uma mulher na Igreja.

Rebecka Martinsson regressa a Kiruna, o lugar onde cresceu, e rapidamente se vê envolvida neste caso misterioso: só ela é capaz de desmascarar os habitantes desta cidade gélida. Åsa Larsson surpreendeu os leitores com Aurora Boreal, um êxito que a enalteceu como a autora revelação do romance negro escandinavo. Com Sangue Derramado, vencedor do Prémio para o Melhor Romance Negro Sueco do Ano, Åsa Larsson volta a envolver-nos na inesquecível e inquietante atmosfera de Kiruna.

 

Para mim é sempre difícil dar uma opinião sobre um livro quando eu própria não percebi muito bem o que achei dele.

Acontece-me muito isso com os livros de Asa Larsson.

Se por um lado gosto bastante da personagem Rebeka  Martinsson o facto dos dois livros que li de Larsson estarem directamente relacionados com o assassínio de lideres religiosos já não me cativa tanto.

É um livro que para mim começa um pouco lento e que apesar de ter as suas surpresas não me surpreendeu muito.

Pelo titulo do livro achei que fosse um livro mais brutal e não é.

Não é um mau livro, lê-se relativamente bem mas ainda não foi capaz de me arrebatar.

27
Jun16

Livro # 22 | A Tempestade

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 Sinopse:

Uma travessia do Mar do Norte assolado por uma tempestade que provoca o acidente catastrófico de um ferry com centenas de mortos. A inspectora Kate Beauchamp é uma das sobreviventes, mas a luta feroz que trava para se salvar tem custos elevados: o fardo da culpa de continuar viva enquanto alguns dos amigos morreram, o terror da água, o gelo que parece nunca derreter no mais fundo de si mesma.Na expectativa de exorcizar os seus demónios, Kate insiste em chefiar a caça a um assassino que deixou um único cartão-de-visita na vitima desmembrada: uma serpente venenosa.

O segundo livro de Boris Starling que me vem parar às mãos.

Depois de Messias já ia com as expectativas meio em baixo pois depois de Messias, um livro para mim, brilhante não acreditei que este fosse melhor.

Na minha opinião não é melhor mas é muito bom o que me faz pensar que realmente Boris Starling é um escritor a ter debaixo de olho.

Neste  livro temos à frente da investigação Kate Beauchamp que decide chefiar a caça a um assassino mesmo a seguir a uma experiência traumática que viveu a bordo do ferry.

Sozinha não vai conseguir chegar a ponto nenhum na investigação e precisará da ajuda de um velho "amigo" e é ai que o livro começa a ficar mais interessante.

Gosto da maneira como a historia do ferry e do assassino acabam por se relacionar o que contribui para ser um livro muito interessante.

Gostei muito.

 

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