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Girl About Town

“I like my money right where I can see it: hanging in my closet.” — Carrie Bradshaw

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“I like my money right where I can see it: hanging in my closet.” — Carrie Bradshaw

29
Dez17

2017 em leituras

No inicio do ano tinha me comprometido a ler 50 livros, uma meta que me pareceu relativamente fácil de atingir, não me faltavam livros para ler e tempo para o fazer.

O desemprego ajudou, tinha bastante tempo livre então acabei por passar várias horas por dia a ler o que ajudou a que conseguisse atingir a minha meta.

Mesmo quando comecei o curso que me ocupa o dia todo das 9h as 17h continuei a ler, embora menos, bastante menos, consegui manter um ritmo bom salvo algumas alturas em que o tempo não chegou para tudo.

Em 2017 li muitos livros, foram 55, li mais cinco do que tinha planeado.

Li vários policiais, o meu género favorito, li muitos livros fantásticos, não tive grandes desilusões e consegui ler grande parte dos livros que queria ler em 2017.

Para 2018 não sabia muito bem que meta colocar , por um lado queria subir a minha meta para os 60 livros por outro  não me queria comprometer com meta nenhuma, se tudo correr bem 2018 vai ser um ano bem preenchido e não sei se irei conseguir cumprir.

Por outro lado tenho uma lista com mais de 100 livros para ler e sei que sempre se arranja tempo para fazer as coisas que amamos.

Sendo assim lá me vou comprometer com 60 livros, quero tentar ler 60 livros em 2018.

Gostaria de deixar aqui um comentário para as pessoas que "criticam" esta coisa de desafios literários, já ouvi muitas pessoas mencionarem que isto é impossível, que ninguém consegue ler tantos livros, que outros fazem disto uma competição, para mim não é nada disto.

Isto do goodreads challange não é nenhuma competição para ver quem lê mais livros, cada um lê o que quer, quando quer e à velocidade que quer, haverá pessoas por ai que serão mais lentas e outras mais rápidas a ler, isto não é nem bom nem mau, é assim.

Não há melhores ou piores leitores em função daquilo que leem e da velocidade com que o fazem, há pessoas que gostam de ler.

Aqui fica um pouco do que li em 2017, quem tiver curiosidade pode sempre consultar a minha página no goodreads.

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22
Nov17

Livro # 51 | Cruel e Invulgar

Cruel-e-Invulgar.jpg

Sinopse
Cruel a morte do jovem Eddie Heath, invulgar o aparecimento das impressões digitais de Death Roath, um criminoso já há muito executado. Cruel, também, um segundo crime, invulgar igualmente, o facto das principais suspeitas deste último recairem sobre Kay Scarpetta, a vulnerável e perspicaz médica patologista que protagoniza os romances de Patricia Cornwell. Uma obra premiada com o Gold Dagger Award que traduz um novo pico qualitativo na carreira literária desta autora. Audaciosamente inteligente!
 
 
Comecei por ler esta serie um bocado a medo sem saber se iria gostar tanto como gostei da serie de Tess Gerritsen "Rizzoli & Isles" que por sinal ainda não terminei e a verdade é que já li cinco dos vários livros desta serie e se comecei sem saber muito bem o que dizer desta serie hoje posso dizer que estou a adorar.
A cada livro que leio continua a impressionar-me o facto destes livros terem sido escritos há muitos anos e nós não notarmos isso quando os estamos a ler, são livros super atuais.
Este livro não é diferente e nele conhecemos um pouco mais de Kay e da sua sobrinha Lucy que vai cada vez mais tendo um papel de elevada importância na historia.
Para os fãs deste género de livro super recomendo esta serie.
 
21
Set17

Livro # 42 | O mistério do Lago

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Sinopse

Um lago que se esvazia, um mistério que se adensa.

O nível das águas do lago Kleifarvatn tem vindo a descer lentamente na sequência de um terramoto.
Uma hidróloga local está a estudar o estranho fenómeno quando descobre uma ossada humana com um buraco no crânio e, ao lado, um velho aparelho de rádio com inscrições em cirílico quase ilegíveis. A Polícia é enviada ao local e o inspetor Erlendur e a sua equipa ficam a cargo da investigação, que os levará a pesquisar desaparecimentos ocorridos na Islândia na década de sessenta. As pesquisas conduzem-nos inevitavelmente às embaixadas do ex-bloco soviético e a antigos estudantes islandeses das juventudes socialistas, bolsistas na Alemanha de Leste em plena Guerra Fria.

 

Este livro foi assim aquele que eu estava meio sem saber se lia ou não.

Porque?

Porque é o terceiro livro de uma serie, coisa que eu desconhecia quando aluguei o livro na biblioteca.

Como já disse por aqui, eu gosto de ler os livros pela sua ordem natural então fui logo procurar os livros anteriores, não deu grande resultado pois os dois primeiros ainda não foram lançados cá.

La acabei por me decidir a ler e confesso que me arrependi.

Não gostei muito do livro, não simpatizei nada com o protagonista, muitas vezes fala-se um pouco dele, fazendo algumas referencias ao seu passado que eu desconheço porque não li os livros anteriores.

O facto de meter ali um pouco da Guerra Fria também me deixou pouco interessada no livro.

Talvez se o tivesse lido segundo a sua ordem poderia ter gostado, assim acabou por ser um livro pouco interessante para mim.

 

13
Set17

Livro # 39 | A Casa de Bonecas

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Sinopse

O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome.

Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes.

À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.

 

Este é o terceiro livro da serie Helen Grace e até agora o nível de qualidade mantém-se.

Neste livro assim como nos anteriores à medida que a investigação vai-se desenrolando o autor vai aprofundando ainda mais as personagens, principalmente Helen e Charlie.

O autor neste livro não se foca só na investigação em curso que normalmente é a historia principal do livro, foca-se também em Ceri, a chefe de Helen que parece querer a todo o custo correr com Helen Grace da policia.

Neste livro o autor descreve um pouco mais esta personagem de modo a percebermos o que a leva a ter tanto ódio por Helen.

A investigação liderada por Helen foca-se num corpo encontrado na praia, corpo de uma jovem que aparentemente nunca foi dada como desaparecida mas que também não era vista há imenso tempo.

O único contacto que mantinha era através de sms e tweets que enviava muito raramente e que ia dando a ideia que continuava viva.

Aos poucos Helen Grace vai percebendo que esta não é a única, existem imensas raparigas desaparecidas que são mantidas "vivas" através de sms e tweets enviados à família e amigos.

Quando outra jovem desaparece e a família apresenta queixa Helen depressa percebe que ambas as historias podem muito bem estar ligadas entre si.

Este livro é daqueles que não dá vontade de parar, queremos chegar ao fim e perceber se Ruby lá se consegue safar.

Outro livro empolgante que me deixa ainda com mais vontade de ler o seguinte.

29
Jun17

Livro # 31| Um Homem sem passado

Um-Homem-Sem-Paado.jpg

Sinopse

Fin Macleod está de regresso à ilha que o viu nascer. Deixou a mulher, a vida e a carreira na Polícia de Edimburgo e está determinado a recuperar as suas relações antigas e a restaurar a quinta abandonada dos pais. 

Entretanto, um cadáver não identificado é recuperado de um campo na ilha de Lewis. O corpo, perfeitamente preservado, está marcado por hediondos golpes de esfaqueamento. É inicialmente classificado pelos investigadores como o cadáver de um homem que viveu há dois mil anos. Até encontrarem uma tatuagem de Elvis no seu braço direito. 

Quando os testes de ADN indicam um parentesco entre o cadáver recuperado da turfa e o pai de Marsaili, a paixão de infância de Fin, este vê o seu regresso assumir contornos mais turbulentos do que aquilo que inicialmente esperava. Como Fin acabará por descobrir, é uma mentira que Tormod manteve por uma boa razão.

 

Este é um livro que já esteve na minha prateleira há um bom tempo atrás.

Comecei a ler mas depressa percebi que havia um outro livro antes deste,  "A casa negra" sendo assim nem continuei a  ler, tratei de arranjar " A casa Negra", e só depois de o terminar é que pensei em ler a continuação que é "Um homem sem passado"

Peguei novamente neste livro que sem dúvida é um livro muito bom.

Desta vez aparece um cadáver não identificado numa turfa na Ilha de Lewis e depressa se descobre que este cadáver partilha o mesmo ADN que Tormod, pai de Marsaili, eterna paixão de Fin.

Fin que deixou a sua profissão como detetive e regressou à ilha onde nasceu vai-se envolvendo na investigação de modo a apurar se Tormod teve alguma coisa a ver com a morte do seu familiar.

Ao mesmo tempo vamos acompanhado a degradação mental de Tormod que sofre de demência e que vai contando a  sua historia na primeira pessoa, no meio de todos aqueles pensamentos confusos que lhe vão na cabeça.

Isto para mim foi o que tornou o livro mais interessante, isso em conjunto com as descrições dos espaços e de tudo o que se passa à nossa volta.

Acho que Peter May através das suas descrições consegue nos colocar nas ilhas e naquelas paisagens que eu com tanta vontade fiquei de conhecer.

É um livro muito, muito bom e estou já em pulgas para ler o seguinte e perceber o que acontece pois aquele final deixou tudo em aberto.

 

21
Jun17

Como vão as leituras de 2017

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2017 já vai a meio e por aqui tem sido um ano de muitos e bons livros.

Da minha pequena lista já li bastantes e descobri tantos outros que quero ler.

A minha meta para 2017 era ler 50 livros, já li 28 (o desemprego ajudou bastante)  e penso que irei conseguir ler os 50 assim na boa e nas calmas.

 Deixo-vos aqui uma lista com alguns livros que descobri recentemente e que quero muito ler.

 

 

 

16
Mar17

Livro # 12 | O livro dos Baltimore

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Sinopse

Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?

 

Para começar este livro não tem nada a ver com " A verdade sobre o caso Harry Quebert", não é a mesma historia, o tema do livro nem é o mesmo, semelhanças só mesmo na personagem Marcus Goldman que regressa e a  escrita de Joel Dicker que continua impressionante.

Acho que é possível reconhecer o autor em ambos os livros embora conte historias tão diferentes.

Neste livro Marcus Goldman leva-nos numa viagem pela sua infância como Goldman de Montclair e apresenta-nos os seus amados tios, os Goldman de Baltimore.

Não vou estar aqui a contar muito da historia até porque muitos já devem conhecer e quem não conhece vale a pena descobrir por si.

Vou só falar daquilo que mais me impressionou neste livro, na verdade, foram duas coisas.

Primeiro é sobre os acontecimentos da nossa vida, é impressionante como uma má decisão num mau momento pode mudar toda a nossa vida, pode nos levar a caminhos e a fins que nunca imaginaríamos, fins que podem ser positivos mas que podem ser também muito trágicos.

Sempre foi uma coisa que me deu que pensar, as consequências das nossas decisões e neste livro, das coisas que mais retiro é isso, as consequências trágicas que por vezes podem surgir depois de decisões em que não pensamos, aquilo que eu chamo de decisões estúpidas.

A segunda coisa é algo que se calhar nos deparamos imensas vezes ao longo da nossa vida, aquela frustração pelo sucesso dos outros, não compreender porque acontece tudo de bom a uns e não a outros.

Acho que é algo tão presente neste livro que me deu bastante que pensar, é triste sentir a "vergonha" que ao longo do livro Marcus Goldman demonstra pelos seus pais, aquela coisa que ele tem de querer ser mais Goldman de Baltimore do que Goldman de Montclair, como se uns fossem melhores do que os outros.

Na realidade uns só tinham mais dinheiro do que os outros, o que não faz deles nem melhor nem pior do que ninguém.

Hillel e Woody os primos de Marcus um de sangue e outro por acolhimento formam o gangue dos Goldman que apesar da grande amizade que vemos que os une também podemos ver ali sentimentos contraditórios, cada um deles a lutar pela atenção tanto de Alexandra a jovem por quem todos se parecem apaixonar e pelos próprios tios de Marcus.

Acho que é um livro cheio de sentimentos contraditórios, vai-nos mostrando sentimentos felizes mas também sentimentos menos felizes.

No fundo é um livro sobre o ser humano, sobre sentimentos e sobre a família.

É muito, muito bom, brilhante, recomendo todos que ainda não leram a ler, vai fazer com que muitos façam uma reflexão sobre a nossa própria vida e sobre as nossas relações com os outros.

 

 

03
Mar17

Livro # 8 | Quero-te morta

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Sinopse

Quando uma mulher conhece o atraente e charmoso Bryce Laurent através de um site de encontros, a atração é imediata. Contudo, à medida que a ligação entre eles se torna mais intensa, a verdade sobre o passado de Bryce, e o seu lado mais negro, começam a emergir. Tudo o que contou sobre a sua vida revela-se uma teia de mentiras e, aos poucos, a paixão de Red Westwood converte-se em terror.

 

Quando ouvi falar deste livro há uns meses fiquei com vontade de o ler, entretanto só quando me deparei com ele na biblioteca é que me lembrei de o trazer comigo para casa.

É fácil perceber que se trata de um livro sobre violência domestica, sobre a obsessão de um homem por uma mulher.

É um livro bem tenso vamos acompanhado a historia de Red enquanto que Bryce nos vai relatando os seus planos para Red.

À medida que o livro vai avançando vamos percebendo que as coisas vão escalando e que se aproxima o momento em que Bryce vai dar o seu derradeiro golpe.

É engraçado que por um momento parece que fazemos parte da historia e passamos a sentir medo por o que possa acontecer a Red.

É um daqueles livros que nos faz pensar se realmente conhecemos as pessoas.

Muito, muito bom.

10
Fev17

Livro # 7 | O executor

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Sinopse
 

Uma mulher aparece misteriosamente morta numa embarcação de recreio ao largo do arquipélago de Estocolmo. O seu corpo está seco, mas a autópsia revela que os pulmões estão cheios de água. No dia seguinte, Carl Palmcrona, director-geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa da Suécia, é encontrado enforcado em casa. O corpo parece flutuar ao som de uma enigmática música de violino que ecoa por todo o apartamento.

Chamado ao local, o comissário da polícia Joona Lina sabe que na sua profissão não se pode deixar enganar pelas aparências e que um presumível suicídio não é razão suficiente para fechar o caso. Haverá possibilidade de estes dois casos estarem relacionados? O que poderia unir duas pessoas que aparentemente não se conheciam?

Longe de imaginar o que está por detrás destas mortes, Joona Lina mergulhará numa investigação que o conduzirá, através de uma vertiginosa sucessão de acontecimentos, a uma descoberta diabólica. Existem pactos que nem mesmo a morte pode quebrar…

 

Se com o primeiro livro de Lars Kepler tinha ficado um pouco desiludida, com este a minha fé na dupla restaurou-se.

Gostei bem mais da historia, dos personagens, achei que as paginas fluíam mais.

Por outro lado continuo com a impressão que o livro é demasiado extenso e que muitas das paginas não trazem nada de relevante à historia.

Vou continuar com os restantes livros de Lars Kepler a ver se a coisa lá acaba por me prender.

 

 

 

02
Fev17

Livro # 5 | Confesso

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Sinopse

Os leitores escolheram:Prémio Goodreads Melhor Romance 2015.Jovens apaixonados com demasiadas verdades escondidas. Há segredos que não devem ser revelados.Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio. Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.Será o amor capaz de sobreviver à verdade?Confesso é uma história de imenso amor e coragem, que nos faz acreditar em segundas oportunidades.Inclui 8 páginas a cores com as ilustrações dos quadros de Owen.

 

Colleen Hoover tem o poder de nos transportar assim para um sitio que nos faz sonhar com os seus livros.

Eu adoro que sejam sobre amor com uma pitada de drama, acho que muitos de nos se identificam com os seus livros.

Este foi mais um que eu adorei e que li assim num belo dia de inverno aquecida por uma manta, uma lareira e um bom livro.

Conta-nos a historia de Auburn, uma jovem de 20 anos já com uma pesada historia de vida que no meio de algumas dificuldades encontra Owen, um misterioso pintor que ela acredita poder vir a amar.

A relação dos dois vai-se desenvolvendo, chegando a uma altura em que Aubern tem que escolher entre o amor de um homem e o amor de uma mãe pelo seu filho.

Uma parte muito interessante deste livro são as confissões que são deixadas na galeria de Owen e que ele depois transforma numa pintura.

São confissões reais, algumas de uma brutalidade que nos deixam sem palavras.

Adorei, é um livro muito, muito bom.

 

 

 

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