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Girl About Town

“I like my money right where I can see it: hanging in my closet.” — Carrie Bradshaw

Sex | 28.04.17

Sobre ser uma sonhadora

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Desde miúda que sempre fui uma sonhadora, sempre sonhei com o casamento dos meus sonhos, com filhos, com uma família de sonho, com o emprego dos meus sonhos.

Desde miúda que ambiciono mais ou menos as mesmas coisas, desde muito nova que sei o que quero fazer na vida, sei o que me vai fazer feliz.

Por saber isso é me tão difícil esquecer alguns desses sonhos e seguir em frente para outra coisa.

Primeiro preciso de ter a certeza de que não vou mesmo conseguir até ter a certeza dificilmente vou esquecer esses sonhos.

Só que hoje em dia parece que tudo é mais dificultado à nossa geração, era suposto que ficasse tudo mais fácil com o tempo mas não, parece que fica pior, é tudo mais difícil.

Mas não podemos desistir, é preciso continuar a tentar, eu acredito que um dia vou conseguir tudo aquilo que ambiciono para a minha vida.

 

Qui | 27.04.17

E estão decididas as férias

londres-1453217601617.jpgDepois de muito pensar se devia ou não ir de férias, isto por causa do desemprego e de poder ou não arranjar emprego entretanto lá decidimos ir de férias.

Nem foi preciso pensar muito e o local decidido foi.....Londres!!!!

Sim este ano não optamos por nenhum destino de praia (se bem que ainda pode acontecer) optamos por umas férias diferentes.

Vamos uma semaninha para Londres, logo na primeira semana de Agosto.

Vai ser a minha primeira vez em Londres então estou super entusiasmada mas cheia de medo de aviões e ataques terroristas .

 Já ando a planear a viagem e vou contando por aqui os pormenores.

 

 

 

Qua | 26.04.17

Isto de tentar ser mais saudavel # 4 | Meditação

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 Para mim ser saudável não passa apenas por exercício físico e boa alimentação, para mim a saúde mental é ainda mais importante que uma boa alimentação e exercício.

Acredito que temos de estar completamente bem com a nossa mente para conseguirmos ser capazes de fazer o resto.

2017 não foi um ano que começou bem para mim, odiava o trabalho onde estava, estava super infeliz com o trabalho e quando veio o desemprego por um lado fiquei contente pois estava livre daquele trabalho que me sufocava mas por outro ficava outra vez numa situação de desemprego, sem rendimentos e com os meus sonhos estagnados.

Mais coisas negativas foram acontecendo, o meu futuro sogro adoeceu, com uma doença não fatal mas grave.

Sentia que a minha vida estagnou e todos esses pensamentos não estavam a fazer bem à minha cabeça, sentia-me cada vez mais triste, descontente com a vida.

Durante um tempo acho que até faz bem esta tristeza, acabamos por fazer uma introspeção à nossa vida e acho que acaba por ser nestes momentos que percebemos aquilo que queremos para a nossa vida.

No entanto, esta tristeza leva-nos a ficar estagnados, a não querer fazer nada e isto não ajuda.

É preciso fazer alguma coisa que nos permita estar em paz connosco, para podermos fazer alguma coisa em relação à nossa vida.

Foi mais ou menos neste contexto que descobri a Meditação e a Yoga, sendo que sobre a Yoga irei falar em outro post.

Para muitos a Meditação não passa da posição de lótus, olho fechado e a respiração, mas é muito mas do que isso.

Pensa-se que a Meditação surgiu quase há tantos anos como a humanidade, muitos acreditam que a sua origem esta relacionada com a cultura budista.

Acredita-se que a meditação ajuda a melhorar a concentração, autodisciplina, relaxamento e muitas outras coisas.

Foi devido a todos estes benefícios que eu decidi experimentar.

No inicio parece meio estranho e talvez uma perda de tempo mas depressa percebi os benefícios que isto nos trás.

Se tirarmos todos os dias uns minutinhos para meditar com o tempo vamos-nos sentindo cada vez mais relaxados, concentrados, eu diria até mais felizes, de bem com a vida.

Não resolve todos os nossos problemas mas ajuda.

Quem por ai já experimentou?

Seg | 24.04.17

13 Reasons Why

 

 

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 Como todos já devem saber esta serie baseada no livro de Jay Asher conta-nos a historia de Hannah Baker uma jovem que se suicida e deixa um conjunto de treze cassetes, com as treze razões que a levaram a tirar a própria vida.

E foram muitas as razões, começamos por ver o que nos parece pouca coisa, a foto, os rumores, a apalpadela, coisas que muitos de nós desvalorizamos mas que para muita gente são humilhantes.

Podemos dizer que muitas de nós já passamos por aquilo na escola, eu recordo-me de uma altura em que era moda os rapazes da minha turma apalparem as raparigas e lembro-me perfeitamente de como era a sensação, era humilhante e horrível e não me venham dizer que é normal, "ai  é só um apalpão", para muita gente não é e tentar normalizar o que não é normal, preocupa-me.

Hannah não sofreu só um apalpão, ela foi múltiplas vezes humilhada e porque?Porque é que as pessoas fazem isto?Para se superiorizar aos outros?Nunca vou saber.

Hannah não tinha amigos, as poucas pessoas em quem ela confiava foram deixado-a ficar sempre mal, desiludindo-a sempre.

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Quando ela achava que tinha encontrado um novo amigo essa pessoa provava que provavelmente somos todos uns egoístas, atiramos o outro para de baixo do autocarro sem pensar duas vezes se for para nos safarmos.

Aos poucos, pequenas coisas foram-se acumulando e tornado-se numa grande bola de neve, repleta de humilhações, maus tratos, violência física e psicológica ou seja, bullying.

À medida que as cassetes vão avançando e percebemos as coisas que Hannah passou e mesmo Jéssica sentimos uma impotência e ao mesmo tempo uma vontade de fazer alguma coisa.

Aquelas pessoas que foram más para ela e que de alguma maneira contribuíram para a morte dela provavelmente nem perceberam o que estavam a fazer com ela, não perceberam como as suas "pequenas" ações a estavam a marcar permanentemente e de uma forma brutal.

Isso é o pior, sermos capazes de ter atitudes de pura maldade com alguém que não nos fez mal nenhum ao ponto de a magoarmos e acharmos que é normal, que não é nada connosco.

A serie consegue mostrar bem isso, a desresponsabilização dos nossos atos e até da própria escola.

Hannah não era uma miúda fraca que simplesmente não aguentou as maldades que lhe fizeram, ela era bem forte e suportou muita coisa e tentou continuar mas que atingiu o seu limite.

A cena em que ela corta os  pulsos na banheira é bem capaz de ser a coisa mais brutal que já vi numa serie, mais real, não nos mostra uma pessoa pacificamente deitada numa cama depois de ter tomado comprimidos, mostra a pessoa  a realmente a tirar a sua própria vida de uma forma brutal.

A segunda coisa mais brutal foi quando a mãe e depois o pai a encontram, como é que alguém consegue seguir em frente depois disto? 

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 Nunca conseguimos, muitas vezes não sabemos as razões, quando sabemos ficamos eternamente a nos interrogar se não haveria nada que pudéssemos ter feito para evitar.

Essa é a pergunta para  o qual nunca vamos ter resposta, se calhar melhor do que fazer essa pergunta deveríamos nos questionar porque jovens que se supõe serem bem educados, inteligentes, jovens prestes a irem para a faculdade tratam outras pessoas assim, porque as humilham, porque são violentos.

É preciso formar melhor os jovens, na escola mas principalmente em casa, é preciso ter bons exemplos, saber aplaudir mas também castigar quando necessário, não se pode promover a impunidade.

Preocupamos-nos tanto com as notas, médias dos jovens para entrar na faculdade quando realmente deveríamos nos preocupara mais com o seu carácter, devíamos nos concentrar em formar antes boas pessoas em vez de bons alunos.

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 Para mim esta serie foi brilhante, passa a mensagem de uma forma crua, bem real e acho que foi incrivelmente bem produzida.

Quanto as interpretações também me surpreendeu imenso atores tão jovens e muitos ainda pouco experientes, conseguiram transmitir todos aqueles sentimentos e ações muito bem.

A já experiente Kate Walsh teve um desempenho para mim brilhante.

Uma serie muito boa que sem duvida merece todos os elogios que lhe tem sido feitos, espero sinceramente que a ideia de uma segunda temporada se confirme, acredito que ainda existe muito para contar.

 

 

Sex | 21.04.17

Livro # 20 | Deixei-te ir

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Sinopse

Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente.
Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costa de Gales.

Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pela sua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício.
À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenny, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança, mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras.

Quando vi este livro na biblioteca sabia que o teria que trazer comigo.

Confesso que achei que fosse um livro diferente, pensei que o foco principal fosse a perda de um filho e como lida-mos com isso, mas enganei-me.

O livro é sobre muito mais que isso.

O livro esta dividido em duas partes e aqui é que reside a parte interessante do mesmo, no fim da primeira parte da-se a primeira reviravolta e tudo aquilo que vínhamos a pensar desde o inicio do livro deixa de fazer sentido, pelo menos para mim que me deixei levar pela direção que me parecia que a autora queria dar à historia e mais tarde percebi que afinal quase nada é o que parece.

É um livro triste, com uma historia bem triste  e que consegue mexer bem com os nossos sentimentos e que nos consegue deixar a pensar em tanta coisa, eu interroguei-me varias vezes como a personagem de Jenna consegue lidar com tudo o que lidou daquela maneira, eu gosto de pensar que teria feito tudo diferente.

É um livro diferente, super recomendo, vai sem duvida surprender-vos.

Alguém por ai já leu?

 

 

Qui | 20.04.17

Receita da Mamys | Mousse de Lima

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Ingredientes

- 4 limas

- 2 iogurtes gregos naturais

- 1 lata de leite condensado

 

Preparação

Esta é fácil, basta juntar os iogurtes com o leite condensado, espremer o sumo de quatro limas e juntar ao preparado.

Mexer tudo muito bem e distribuir por varias taças.

Eu usei raspas de lima para decorar mas isso já fica ao critério de cada um.

Basta ir ao frigorífico e no dia seguinte esta pronto a comer.

É uma sobremesa muito boa, super fácil de fazer e muito fresca.

 

Qua | 19.04.17

Beauty Tips | Máscaras

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 Desde uns meses para cá que a minha pele não anda nada boa, super oleosa mas ao mesmo tempo super seca, as vezes nem sei muito bem o que colocar mas parece-me que os cremes já não andam a fazer grande efeito então decidi começar a usar e abusar das máscaras.

As máscaras dependendo do seu objetivo dão normalmente para muitas coisas, podem ser um detox para a nossa pele, um bost de hidratação ou simplesmente para auxiliar num outro tratamento.

Eu tenho utilizado várias, umas melhores que outras mas é sem dúvida inegável que elas dão uma super melhoria na nossa pele.

Eu tenho usado a da Nivea para hidratar a minha pele que apesar de oleosa a mista esta agora muito seca, e as outras para tentar controlar a oleosidade e o acne que se lembrou de voltar. 

Tenho notado que me tem ajudado  muito embora a minha pele ainda esteja longe de estar como eu desejo.

Cada vez mais acho super importante o uso das mascaras, além de cada uma servir um objetivo diferente elas são bem mais potentes que os cremes que usamos diariamente então é super importante que façamos uso delas.

Hoje em dia também encontramos várias marcas diferentes no mercado com preços para todas as carteiras.

Estas mascaras são também cada vez mais funcionais, são fáceis de aplicar, enquanto que fazemos os 10-15 minutos de pausa para a máscara atuar podemos ir fazer mil e uma coisas e depois é também muito fácil de retirar.

Assim acabamos por mimar e cuidar ainda mais da nossa pele que é super essencial.

Ter | 18.04.17

Livro # 19 | Tríptico

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Sinopse

Três pessoas com segredos perturbadores.
Um assassino sem nada a perder.
Quando Michael Ormewood, detetive da Polícia de Atlanta, é chamado à cena de um homicídio num bairro social, depara-se com uma das mortes mais brutais de toda a sua carreira: o corpo de Aleesha Monroe jaz nas escadas de um prédio, numa poça formada pelo seu próprio sangue e horrivelmente mutilado.
Enquanto incidente isolado, este já seria um crime chocante. Mas quando se torna evidente que é apenas o mais recente de uma série de ataques violentos, o Georgia Bureau of Investigation é chamado a intervir — e Michael vê-se obrigado a trabalhar com o agente especial Will Trent, com quem antipatiza de imediato.
Vinte e quatro horas mais tarde, a violência a que Michael assiste todos os dias explode nas traseiras da sua própria casa. Percebe-se, então, que talvez o mistério da morte de Aleesha Monroe esteja indissoluvelmente ligado a um passado que se recusa a ficar esquecido…

 

Tríptico trata-se dos segundo livro de Karin Slaughter que leio, comecei com "Morte Cega" da serie protagonizada por Sarah Linton, já tenho o segundo em casa para ler "Um muro de silencio" mas decidi também começar por ler a serie de Will Trent.

Confesso que comecei por não gostar muito deste livro, não estava a perceber a relação entre algumas coisas, não estava a gostar do personagem que nos é apresentado no inicio - o detetive Michael Ormewood, Will Trent só nos é apresentado mais à frente e também não gostei de Will logo no inicio.

Como gostei muito do primeiro livro que li da autora decidi continuar a ler a ver se a coisa mudava e realmente que bem que eu fiz.

Chega  a um ponto do livro em que acontece uma mudança, uma reviravolta que me deixou confusa e obrigou-me a voltar atrás no livro para ter a certeza do que realmente estava a ler.

A partir dai o livro muda muito e para melhor, a personagem de Angie assume uma importância determinante na historia e Will começa a nos fazer apaixonar por ele, uma dupla muito boa sem duvida e que eu espero sem duvida que volte nos próximos livros.

Gostei muito, é um livro que nos induz em erro algumas vezes e que tem umas reviravoltas que nos deixam de boca aberta.

Recomendo.

 

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